Home

593.   O Robô Curiosity em Marte II


Veja mais em : O Robô Curiosity em Marte III


Nova Esperança de Vida em Marte com Fotos do Curiosity Indicando Que o Planeta Possuiu Riachos Pouco Profundos


  Esperanças de que Marte pode ter sustentado vida receberam alento com a descoberta que antigamente água fluiu pelo planeta em riachos com vários pés de profundidade.

  A novidade, que deixou cientistas importantes da NASA “excitados”, surgiu graças a fotografias do leito rochoso (Nota 1) enviadas do planeta vermelho pelo explorador Curiosity.

  Tem havido sinais anteriores de que água existiu em Marte muito tempo atrás, mas as imagens liberadas quinta-feira mostrando seixos arredondados, provavelmente por água, ofereceram as mais convincentes evidências desde há muito de um antigo leito de riacho que pode ter tido profundidade de cerca de um metro.

  Houve “um vigoroso fluxo na superfície de Marte”, disse o cientista chefe John Grotzinger do Instituto de Tecnologia da Califórnia. “Estamos realmente excitados com isso”.

  A descoberta não foi uma completa surpresa. A NASA decidiu pousar o Curiosity na Cratera Gale próxima ao equador marciano porque fotos tiradas do espaço indicaram que o local possui um passado com água.

  Marte é atualmente um deserto gelado sem sinal de água em sua superfície marcada pela radiação, mas estudos geológicos de rochas por missões anteriores sugerem que o planeta foi mais quente e mais úmido.

  A última evidência veio de fotos que o Curiosity tirou revelando seixos arredondados e cascalho – um sinal de que rochas foram transportadas por longas distâncias por água e alisadas.

  O tamanho destas rochas – indo de um grão de areia até uma bola de golfe – indica que elas não podem ter sido carregadas pelo vento, disse a cientista da missão Rebecca Williams do Instituto de Ciência Planetária em Tucson, Arizona.

  Embora o Curiosity não tenha usado seus instrumentos de alta tecnologia para perfurar estas rochas ou analisar sua composição química, Mr. Grotzinger disse que os cientistas estão certos de que a água teve o seu papel apenas estudando as fotos.

  Não é claro durante quanto tempo a água persistiu na superfície, mas ela poderia facilmente ter existido durante “milhares a milhões de anos”, disse o cientista da missão Bill Dietrich da Universidade da Califórnia, Berkeley.

  O Curiosity topou por sorte com o leito seco de riacho quando se dirigia para Glenelg, um ponto intrigante onde três tipos de terreno se encontram. Seu destino final é o Monte Sharp, uma montanha que se ergue no centro do solo da cratera, mas não se espera que chegue lá até o fim do ano.

  Encontrar água do passado é uma primeira etapa no processo de se aprender se o meio ambiente poderia ter sustentado micróbios. Os cientistas geralmente concordam que além da água e uma fonte de energia como o Sol, carbono orgânico é um pré-requisito necessário à vida.

  Enquanto um antigo leito de riacho é uma promessa de um ambiente potencialmente habitável, os cientistas não pensam que seja um bom lugar para preservar os blocos de carbono construtores da vida.

  O explorador continuará, portanto sua jornada aos contrafortes do Monte Sharp onde há uma chance melhor de encontrar material orgânico.

Fonte : Daily Mail, 28/09/2012

Nota 1 : A descoberta foi feita a partir do estudo de dois afloramentos, batizados "Hottah" e "Link".



Esculpidas : Estas rochas arredondadas em Marte foram provavelmente originadas por água corrente, de acordo com cientistas.

Excitante : A descoberta, enviada pelo explorador Curiosity, torna mais provável que Marte já tenha abrigado vida.

Mostrando a diferença : A paisagem marciana, esquerda, é similar a formações de leito rochoso na Terra, à direita.

Caminho : Esta imagem de cima mostra a rota que o Curiosity está no momento seguindo através de Marte.



Curiosity Encontra Pedra Marciana Que Se Parece Com as da Terra


  O robô Curiosity encontrou em Marte uma pedra que se parece mais com algumas rochas vulcânicas terrestres que com outras amostras achadas no planeta até o momento.

  Segundo a NASA informou em seu site, a pedra, uma das primeiras rochas marcianas estudadas em profundidade pelo Curiosity, é um exemplar insólito e surpreendeu os especialistas.

  A pedra do tamanho de uma bola de futebol mas em forma piramidal, recebeu o nome de "Jake Matijevic", e tem características em comum com pedras vulcânicas de regiões da Terra como o Havaí, formadas debaixo da crosta terrestre com grande pressão e com a presença de água.

  "Esta pedra corresponde bem em sua composição química com um tipo raro, mas bem conhecido de rocha ígnea achada em muitas regiões vulcânicas da Terra", disse o investigador Edward Stolper, do Instituto de Tecnologia da Califórnia (CalTech) em Pasadena.

  "Ao contar com apenas uma pedra marciana deste tipo é difícil saber se ela se formou mediante os mesmos processos, mas é um ponto razoável para iniciar uma reflexão sobre sua origem", disse Stolper.

  Desde que encontrou esta pedra, há duas semanas, o Curiosity a tocou com seu braço e disparou vários feixes de partículas alfa e raios laser contra ela, o que permitiu aos cientistas deduzir que contém menos magnésio e ferro que outras pedras marcianas, e mais sódio e potássio.

  Outro cientista, o encarregado da análise das medições do espectrômetro de raios X com partículas alfa, Ralf Guellert, comentou que "Jake é uma pedra marciana curiosa".

  "Conta com um conteúdo elevado de elementos que coincidem com o mineral feldspato e pouco magnésio e ferro", explicou Gellert, pesquisador na Universidade de Guelph, no Canadá.

  O Curiosity recolhe dados e transmite imagens que podem ser vistas na página da NASA na internet.

Fonte : UOL Notícias (da EFE), 12/10/2012



Veja mais em : Mars Rock Touched by NASA Curiosity has Surprises (11/10/2012)


Curiosity Analisa Composição Química de Rocha Marciana


  O jipe-robô Curiosity tocou uma rocha marciana com seu braço mecânico pela primeira vez em 22 de setembro, procurando descobrir quais elementos químicos compõem a rocha, chamada "Jake Matijevic".

  O nome da rocha foi dado em memória de Jacob Matijevic, engenheiro chefe de sistemas de operação na superfície da missão Curiosity, que faleceu em 20 de agosto, aos 64 anos de idade.

  Nos dias seguintes ao primeiro contato, Curiosity utilizou seu espectômetro de raio-x e a "Câmera Química", que emite pulsos de laser, para analisar a composição química da rocha. O teste também serviu para calibrar os aparelhos.

  O jipe-robô Curiosity chegou a Marte sete semanas atrás iniciando sua missão prevista para durar dois anos. Ele deverá estudar uma área cuidadosamente escolhida do planeta para constatar a possibilidade de condições favoráveis à vida microbiana.

Fonte : Folha Online, 26/09/2012



Braço robótico do Curiosity toca a pedra "Jake Matijevic", alvo de testes químicos do jipe-robô.



Curiosity Descobre Misteriosa Rocha no Planeta Vermelho


  Parecendo estranhamente com uma pirâmide egípcia, não é algo que você esperasse ver na superfície de Marte.

  Engenheiros da NASA ficaram tão intrigados com a rocha ímpar, do tamanho de uma bola de futebol, que dirigiram o Curiosity até ela.

  A rocha do tamanho de uma bola de futebol será a primeira em Marte a ser examinada pelo braço robótico do explorador.

  A NASA batizou a rocha em homenagem ao falecido engenheiro Jacob Matijevic, que foi engenheiro chefe de sistemas de operações de superfície para o Laboratório de Ciência de Marte e o projeto do explorador Curiosity.

  Ele faleceu em 20 de agosto, com a idade de 64 anos.

  Matijevic também foi um chefe engenheiro para todos os exploradores anteriores da NASA em Marte : Sojourner, Spirit e Opportunity.

  A NASA tinha renomeado o local de pouso do explorador como “Campo Bradbury” em homenagem ao falecido escritor de ficção científica Ray Bradbury.

  O Curiosity está a cerca de 8 pés (2,5 metros) da rocha.

  Ele se encontra a meio caminho do local de pouso, Campo Bradbury, e um local chamado Glenelg.

  A equipe planeja tocar a rocha com um espectrômetro para determinar sua composição elementar e usar a câmera montada no braço para tirar fotografias close-up.

  O Espectrômetro Raio X de Partículas Alfa montado no braço e o Instrumento Química e Câmera montado no mastro, ambos, serão usados para identificar elementos na rocha.

  A NASA espera que isto dê uma nova percepção da estrutura do planeta vermelho, e também permita cruzar as informações dos dois instrumentos.

  O Curiosity agora percorreu uma linha durante seis dias.

  As distâncias diárias vão de 72 a 121 pés (22 a 37 metros).

  “Este robô foi construído para perambular, e a equipe está realmente obtendo um bom ritmo de percurso dia após dia quando isto é a prioridade”, disse Richard Cook, Gerente de Projeto do Laboratório de Ciência de Marte no Laboratório de Propulsão a Jato da NASA em Pasadena.

  A equipe planeja escolher uma rocha na área de Glenelg para o explorador usar pela primeira vez sua capacidade de analisar poeira da perfuração do interior de rochas.

  Três tipos de terreno se intersectam na área de Glenelg – um de tom mais claro e outro mais perfurado por crateras que o terreno que o Curiosity está atualmente atravessando.

  A área mais clara é de especial interesse porque ela retém o calor diurno mais tempo durante a noite, sugerindo uma composição incomum.

  “Conforme vamos chegando mais perto da área de tom claro, vemos faixas escuras e finas de origem desconhecida”, disse John Grotzinger, Cientista de Projeto do Laboratório de Ciência de Marte no Instituto de Tecnologia da Califórnia, Pasadena.

  “A diversidade em pequena escala está se tornando mais evidente conforme chegamos mais perto, fornecendo mais alvos potenciais para investigação”.

  Os pesquisadores estão usando a Câmera do Mastro do Curiosity (Mastcam) para encontrar alvos potenciais no solo.

  Novas imagens recentes da câmera do explorador revelam camadas escuras em rochas na área Glenelg que aumentaram o interesse dos pesquisadores nesta área.

  Além de obter imagens do solo, a câmera também tem estado ocupada olhando para cima.

  Nos dois dias recentes, o Curiosity apontou a Mastcam para o Sol e gravou imagens das duas luas de Marte, Fobos e Deimos, passando em frente ao Sol do ponto de vista do explorador.

  Resultados destas observações de trânsito são parte de um estudo de longo prazo sobre mudanças nas órbitas das luas. Os exploradores marcianos gêmeos da NASA, Spirit e Opportunity, que chegaram a Marte em 2004, também observaram trânsitos solares pelas luas de Marte.

  O Opportunity está fazendo isto de novo esta semana.

  “Fobos tem uma órbita que se aproxima muito lentamente de Marte, e a órbita de Deimos se afasta lentamente de Marte”, disse o co-pesquisador da equipe de ciência, Mark Lemmon, da Universidade A&M Texas, College Station.

  “Estas observações nos ajudam a reduzir a incerteza nos cálculos das mudanças”.

  Nas observações de Fobos pelo Curiosity esta semana, o momento em que a borda da lua começa a se sobrepor ao disco do Sol foi previsível com uma precisão de poucos segundos.

  A incerteza na determinação deste momento ocorre porque a estrutura interior de Marte não é totalmente compreendida.

  Fobos causa pequenas mudanças na forma de Marte do mesmo modo que a lua da Terra provoca marés.

  As mudanças na forma de Marte dependem do interior marciano o qual, por sua vez, faz a órbita de Fobos decair.

  Calcular as mudanças orbitais mais precisamente fornece informação sobre a estrutura interna de Marte.

  Durante a missão principal de dois anos do Curiosity, os pesquisadores usarão os 10 instrumentos de ciência do explorador para descobrir se o local selecionado no interior da cratera Gale alguma vez ofereceu condições ambientes favoráveis à vida microbiana.

Fonte : Daily Mail, 21/09/2012

Autor : Mark Prigg



A misteriosa pedra “pirâmide” em Marte que os engenheiros da NASA querem examinar mais de perto. Será o primeiro teste para o braço robótico do Curiosity que contém vários instrumentos de análise.

A rota percorrida pelo explorador marciano Curiosity da NASA desde o seu pouso no Planeta Vermelho. A área Glenelg mais distante a leste é o primeiro objetivo importante de ciência da missão.

Este mosaico da Mastcam mostra uma vista close-up olhando-se na direção da área Glenelg, onde três tipos diferentes de terreno se encontram, e para onde o Curiosity se dirige.

O explorador Curiosity observa a lua Fobos ocultando o disco solar durante o dia marciano (13 de setembro de 2012).

O Espectrômetro Raio X de Partículas Alfa do Curiosity.



  Temos notado que, em se tratando de artigos de divulgação científica, leitores do Daily Mail costumam manifestar seu desagrado pelo viés sensacionalista dos editores. É o caso deste artigo que fala em “misteriosa rocha” e sugere cientistas da NASA espantados. Uma simples pedra com formato parecido com o de uma pirâmide não deveria ser motivo para tanto. Reproduzimos a seguir quatro mensagens de leitores.

1) haha! Tiny martians who lived in Pyramids. Right!

- Me, Prescot, United Kingdom, 21/9/2012 07:12

2) for all you critically affected by pareidolia - Art, Austin TX USA, 20/9/2012 12:47****** What is pareidolia ? - arikato , Orlando, United Kingdom, 20/9/2012 22:24 --------------------------- It's when people try to make something they see or hear that is insignificant into something really important such as seeing the face of Jesus in burnt toast or seeing alien faces in the bumps on a rock.

- Completely Average, Somewhere, United States, 21/9/2012 03:23

3) Why is this "something you would not expect on the surface of Mars" ? It's just a rock with an oddly familiar shape. Pareidolia is "Pyramids on Mars ?", faces in toast, monsters in carpet patterns, Jesus in a dirty window etc etc. Look hard enough and you'll see something imaginary in anything

- Go Einstein, Auckland NZ, 21/9/2012 00:32

4) Look - it is a rock. It’s a very boring rock. If you care to read The New Scientist this week you will find out that it is far from "not something you would expect to see on the surface of Mars" It has not "intrigued" NASA in the slightest. They have found hundreds of similar boring rocks on the other Mars rover trips. It is almost certainly a bit of basalt thrown up by a meteor impact quite some distance away. The only reason Curiosity is visiting this boring rock is BECAUSE it is - well boring. The scientists know pretty well what to expect of it so they chose this particular boring rock to test out their nice shiny new gadgets to see if they are working properly. There is no mystery, no uniqueness and actually not much of story.

- Jon, No Thanks, 20/9/2012 23:29



NASA Testa o Braço do Robô Curiosity


  A NASA apresentou novas fotografias do Curiosity na superfície marciana “olhando para a retaguarda” com uma de suas câmeras.

  Isso aconteceu quando foi confirmado que o explorador teve o seu braço robótico testado com sucesso, usando uma moeda de um centavo de 1909 e uma peça de rocha do Novo México para calibrar seus instrumentos.

  A equipe admitiu que mesmo eles ficaram surpresos com a qualidade das imagens enviadas após as coberturas protetoras contra poeira terem sido removidas das câmeras principais do explorador.

  “Uau, ver estas imagens depois de todo o tremendo trabalho difícil realizado para torná-las possíveis é um momento profundamente emocional”, disse o principal pesquisador da câmera MAHLI (Mars Hand Lens Imager, Nota 1), Ken Edgett da Sistemas de Ciência Espacial Malin, São Diego.

  “É tão excitante ver a câmera enviando de Marte imagens nítidas e belas”.

  O Curiosity, explorador de Marte da NASA, cumpriu atividades seqüenciadas em 7, 8 e 9 de setembro, projetadas para testar e caracterizar movimentos precisos do seu braço robótico e o uso das ferramentas no braço.

  As atividades confirmaram o bom estado de saúde e disponibilidade para uso da MAHLI, e usaram esta câmera para testar a capacidade de posicionamento do braço durante várias atividades projetadas para isso.

  A MAHLI obteve uma imagem com a sua cobertura móvel anti-poeira aberta pela primeira vez em Marte, confirmando a capacidade para imagens nítidas que havia sido obscurecida por uma fina camada de poeira sobre a cobertura durante uso anterior da câmera.

  Ela obteve imagens de câmeras no topo do mastro do Curiosity, da barriga do explorador e dos seus próprios alvos de calibração, entre outros indicadores.

  Os alvos de calibração da câmera incluem um centavo de Lincoln de 1909 que Edgett comprou para este propósito.

  “Estamos vendo o peni em primeiro plano e, olhando além dele um engaste que estou certo as pessoas que cunharam estas moedas nunca imaginaram”, disse Edgett.

  O peni é uma homenagem à tradição dos geologistas de colocar uma moeda ou outro objeto de escala conhecida como referência de tamanho em fotografias close-up de rochas, e fornece ao público um objeto familiar para a percepção fácil do tamanho quando visto pela MAHLI em Marte.

  “Os rapazes que operam o braço do explorador e a torre levaram o braço de 220 libras (100 quilos) através de alguns movimentos tai chi muito complexos, para centralizar um peni em uma imagem com apenas poucos centímetros de extensão”, disse o substituto do principal pesquisador da MAHLI, Aileen Yingst do Instituto de Ciência Planetária baseado em Tucson.

  “Eles fazem o impossível parecer fácil”.

  As atividades de caracterização do braço, incluindo a obtenção de mais imagens pela MAHLI, continuarão por uns poucos dias antes do Curiosity retomar o andamento rumo a uma área com objetivo científico meio-termo chamada Glenelg.

  Naquela área, o explorador poderá usar sua sonda para coletar uma amostra do solo, e mais tarde sua perfuratriz para coletar uma amostra de pó do interior de uma rocha.

  O Curiosity já cumpriu cinco semanas de uma missão primária de dois anos em Marte.

  Ele usará 10 instrumentos científicos para avaliar se a área de estudo selecionada já ofereceu condições ambientes favoráveis à vida microbiana.

Fonte : Daily Mail, 11/09/2012

Autor : Mark Prigg

Nota 1 : Para saber mais sobre a MAHLI, veja Mars-Bound NASA Rover Carries Coin For Camera Checkup

Nota 2 : Achamos mais interessantes os detalhes do solo, muito nítidos, e as elevações ao fundo.



A NASA hoje apresentou esta incrível imagem do Curiosity no planeta vermelho, mostrando suas rodas e quatro “câmeras de navegação” (navcams) que funcionam como os olhos do explorador.

A NASA hoje apresentou deslumbrantes imagens novas das rodas do Curiosity sobre a superfície marciana obtidas com o uso da câmera MAHLI de alta resolução, que teve sua cobertura anti-poeira removida pela primeira vez.

A NASA usou a câmera MAHLI recentemente exposta para obter uma série de imagens das rodas do explorador sobre a superfície do planeta vermelho.

As novas imagens também fornecem vistas tentadoras das montanhas próximas que o Curiosity eventualmente escalará em sua busca por ingredientes da vida sobre o planeta vermelho.

As imagens também revelam as largas rodas do Curiosity e rastros distintos de “pneus”, que deixam na superfície mensagens em código Morse conforme ele se desloca.

A equipe calibrou a câmera usando um “peni da sorte” no mastro do robô.

Uma amostra de rocha basáltica de um fluxo de lava no Novo México serve como um alvo de calibração para o Espectrômetro Raios X de Partículas Alfa de fabricação canadense.

<p align="center"> <font face="tahoma" size=4> <a href="Menu_alternativo.htm" target="_top"> <font color="ff0000">Voltar para o Menu Alternativo</font> </a> </font> </p>